30 de janeiro de 2018

Começar o dia da melhor forma


Desde ontem que os meus dias começam com uma caminhada de uma hora. Quando se tem a companhia de alguém que já faz disso uma rotina e a vista pelo caminho todo é o mar, torna-se tudo mais fácil! É, sem dúvida, algo que quero manter e tornar um hábito. 

25 de janeiro de 2018

Como assim, 10 anos?

Ontem fez 10 anos que tirei a carta. Como o tempo passa! A maioria dos jovens ambiciona tirar a carta quando completam os 18 anos, e muitos deles começam até antes a estudarem para o exame de código. No meu caso foi diferente! Não foi uma prioridade na altura, talvez porque não tenha entrado logo na faculdade e não tenha visto necessidade para isso. 

Quase 2 anos depois, a minha mãe deixou de conduzir e como o meu pai estava a pensar comprar um carro, surgiu a necessidade de que eu tirasse a carta, não só para as variadas situações do dia a dia, como para poder ir para a faculdade, visto que, inicialmente, eu estudava à noite. Quando me inscrevi fiquei super entusiasmada, ia às aulas e estudava. Com o passar do tempo, as aulas deixaram de ser necessárias e o mais importante era realizar os testes, que eram equivalentes ao exame de código. Entretanto, como estava na faculdade, deixei um pouco a carta de condução de lado. Tanto foi, que quase deixei passar o prazo, que era de 2 anos. Tive, então, que me fazer à vida e resolvi marcar o exame de código. Assim, do nada! Sabia que com ele marcado, não poderia adiar mais! Não contei a ninguém que estava marcado. Talvez porque não queria que ninguém soubesse, caso não passasse. Lembro-me perfeitamente que foi de manhã cedo e, como não tinha aulas na faculdade, dei a desculpa à minha mãe que iria ter uma aula de condução. Não sei se ela acreditou, porque não era habitual ter condução tão cedo. Fui fazer o exame e passei com uma resposta errada. Mal saí, a primeira coisa que fiz foi ligar à minha mãe. Sinceramente, não me recordo se ela disse que desconfiava ou não. Depois disso, investi totalmente nas aulas de condução e consegui tirar a carta dentro do prazo estipulado, o que foi um alívio!

Hoje em dia, conduzir é algo essencial, não só para mim, como para a minha mãe. O meu pai tem o carro dele que usa para o trabalho, e o meu é usado no dia a dia. Já não conduzo há pouco mais de um mês e é algo de que sinto falta, porque é das coisas que mais gosto de fazer! E vocês, já tiraram a carta? Há quanto tempo?

23 de janeiro de 2018

Livros | Uma Vida Muito Boa, de J. K. Rowling


Quando se fala de J. K. Rowling, a primeira coisa que vem à memória é "Harry Potter". No entanto, não é da saga que vos venho falar, mas sim do livro mais recente da escritora. "Uma Vida Muito Boa - Os benefícios do fracasso e a importância da imaginação" é o livro com o discurso que J. K. Rowling fez em 2008, na Universidade de Harvard para os alunos que se se estavam a formar, nesse ano. O livro é pequeno e lê-se em 10/15 minutos, porque além do texto propriamente dito, inclui páginas com ilustrações, citações e palavras que marcaram o seu discurso. 

No discurso, ela relembra momentos de dificuldade da sua vida, quando sabia que aquilo que ela mais ambicionava não era o mesmo que as pessoas próximas esperavam dela. O seu maior medo era o fracasso, mas ela refere que mesmo quando estamos no fundo do poço, só dependemos de nós para nos reerguermos, e que esse mesmo fracasso pode ser o momento chave para fazer algo de diferente na nossa vida e lutarmos para alcançar o que mais desejamos.
Além do fracasso, ela faz referência à importância da imaginação e de como todas as pessoas podem usá-la para saírem do buraco onde se encontram, referindo-se a Harry Potter e ao trabalho que fez na Amnistia Internacional, que ajudou e inspirou pessoas em todo o mundo. 


Um livro pequeno, mas de grande inspiração por todas as palavras e mensagens que lá contém. Quer estejam de bem com a vida, quer estejam a passar por uma fase menos boa, aconselho-vos a ler este livro que talvez possa dar-vos uma motivação extra que para lutarem por aquilo que mais querem. 

"Não precisamos de magia para transformar o nosso mundo: nós já temos o poder de que necessitamos dentro de nós."

De mencionar que todas as receitas resultantes do livro serão entregues à sua fundação Lumus, que apoia o desenvolvimento de crianças em todo o mundo.

*fotos da minha autoria

22 de janeiro de 2018

Sobre mim | Desafio Insta Stories


Não é só no blogue que se recebem desafios. Desta vez, fui desafiada pela Sofia, do blogue Crónicas de Salto Alto para responder a umas sondagens que se fazem no Insta Stories. Não houve ninguém que acertasse todas as respostas, mas vou partilhar lá os resultados e explicá-los aqui para quem quiser saber mais sobre mim. As perguntas eram as seguintes:

1- Quantas cirurgias já fiz?
Sei que são muitas para quem ainda tem 31 anos, mas já fiz 5 cirurgias, sendo que 3 delas foram à mesma coisa.

2- "From the Inside" é o meu primeiro blogue?
Não. Estreei-me na blogosfera em 2012 com o blogue "My Life". Alguém se lembra do meu "nome" na altura? Era conhecida por "A Boxexinhas" e tinha como foto uma bebé com umas boxexas grandes ahaha

3- Quantas tatuagens tens?
Não tenho nenhuma tatuagem. Nunca foi algo que tivesse vontade de fazer. Há algumas que gosto e que até poderiam ser feitas em mim, mas nunca aconteceu e não vejo acontecer num futuro próximo. A meu ver, as tatuagens devem ter significado, devem simbolizar algo ou alguém e, sendo uma coisa tão séria, não acho que seja algo a fazer de ânimo leve ou só porque está na moda, como é caso de muitas pessoas.

4- Gosto de café?
Não, não gosto nada! Nunca sequer bebi café porque só o cheiro me incomoda. Até mesmo quando me querem oferecer rebuçados de café, eu torço o nariz.

5- País onde gostaria de viver?
Para quem me segue, sabe que a minha viagem de sonho é ir a Nova Iorque. No entanto, não gostaria apenas de ir de férias, como gostaria também de lá viver. Sou apaixonada pelos EUA, em geral, e, apesar de amar o meu país e de ser portuguesa, quero muito ir viver para lá.

6-Casamento?
É o meu sonho ou não quero casar? Nunca tive o sonho e não tenho vontade de casar. Para mim, é apenas um desperdício de dinheiro, quando há tantas outras coisas mais importantes e essenciais na vida. Um papel assinado nada muda quando viver com alguém já é um casamento.

17 de janeiro de 2018

A minha futura casa #2 | Portas reutilizadas

Depois de no primeiro post vos ter dado exemplos de como podem usar caixas de madeira na decoração, hoje venho falar-vos de portas velhas reutilizadas. Hoje em dia, qualquer objeto que à partida iria para o lixo, pode muito bem ser reciclado e usado para outra função. É o caso das portas que não mais usamos e que resultam em lindas peças de decoração.